30 de setembro de 2016

Ballybog

۞ ADM Sleipnir



Ballybogs, também conhecidos como Bogles (no País de Gales e na Cornuália) e Boggans (no norte da Inglaterra) são uma classe de fadas oriunda do folclore irlandês, acreditados por alguns como sendo guardiões dos pântanos. Eles são descritos como pequenas criaturas com corpos redondos e cobertos de lama. Seus braços são longos e finos, e suas pernas aparentam ser muito fracas para suportarem seu peso.

Os Ballybogs se comunicam por meio de grunhidos e choramingos. Ágeis e facilmente irritáveis, eles concentram sua irritação sobre aqueles que são preguiçosos, incontinentes e/ou culpados de algum crime. Caso alguém que se enquadre numa dessas categorias tentar atravessar um pântano protegido por um Ballybog será desviado de seu caminho, ficando perdido em meio ao pântano.


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29 de setembro de 2016

Portal no Youtube: Comadre Fulozinha

۞ ADM Sleipnir

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Uzume

۞ ADM Sleipnir


Ame-no-uzume-no-mikoto (天宇 受 売 命, 天 鈿 女 命), Ama-no-uzume ou simplesmente Uzume, é a deusa xintoísta do amanhecer, da alegria e da dança, filha dos deuses Izanagi e Izanami e consorte do deus Sarutahiko Ōkami. Embora ela seja mencionada poucas vezes nos capítulos do Kojiki, ela assume um papel fundamental em cada história em que aparece.

A primeira menção a deusa se dá na história da reclusão da deusa do sol, Amaterasu. Susanoo, o deus das tempestades, estava prestes a ser banido para a terra dos mortos, como punição por todos os problemas que ele causava, porém antes que isso acontecesse, Susanoo pediu aos seus pais, Izanagi e Izanami, que lhe permitissem visitar o palácio de sua irmã mais velha, Amaterasu, para que pudesse se despedir dela. Izanagi e Izanami concederam o pedido, sem desconfiar das verdadeiras intenções do filho.

Ao chegar ao palácio de Amaterasu, Susanoo destruiu seus campos de arroz, jogou um cavalo esfolado em seu tear, e matou de forma brutal uma de suas donzelas. Furiosa com as ações de Susanoo, Amaterasu se escondeu em uma caverna atrás de uma porta em forma de rocha grossa e pesada. Sem a luz de Amaterasu, o mundo ficou em completa escuridão. O mundo passou dias, semanas sem o sol, e os deuses não conseguiam convencer Amaterasu a deixar seu esconderijo. 

Foi quando a deusa Uzume virou uma banheira próximo à entrada da caverna e começou a dançar sobre ela, arrancando suas roupas na frente das demais divindades. Todos acharam aquilo tão engraçado que começaram a rir bastante.



Ao ouvir os risos de todos, Amaterasu abriu a entrada da caverna para ver o que provocava tamanho alarido. Assim que ela abriu a caverna, viu seu glorioso reflexo em um espelho que Uzume tinha colocado em uma árvore em frente a caverna e, lentamente, deixou seu esconderijo.

Nesse momento, o deus Ame-no-Tajikarawo-no-Mikoto correu para trás e fechou a caverna atrás dela. Um outro deus selou a entrada com uma corda mágica conhecida como shimenawaAs deusas Ame-no-Koyane-no-mikoto e Ame-no-Futodama-no-mikoto, então, pediram a Amaterasu para retomar sua função divina. Amaterasu concordou, e naquele momento a luz foi restaurada na Terra. 

Uzume e Sahutahiko

Uzume fez parte da comitiva do deus Ninigi, quando a deusa Amaterasu o enviou para governar o Japão antigo. A descida do deus e de sua comitiva foi bloqueada por Sarutahiko, o deus que guardava Ukihashi, a ponte flutuante entre Takamagahara ( "Alto Plano dos Céus", a casa das divindades xintoístas) e a Terra (de forma semelhante a Heimdall, o deus nórdico que guarda a ponte Bifrost de Asgard).



Sarutahiko não pretendia deixar Ninigi e sua comitiva passarem de forma alguma pela ponte. A travessia só foi possível porque Uzume se pôs à frente da comitiva, e com os seios à mostra, fez uma dança sensual que fez Sahutahiko se apaixonar por ela e pedi-la em casamento. Uzume concordou em se casar com ele em troca de seu voto de lealdade a Ninigi, e com isso eles puderam atravessar a ponte.


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28 de setembro de 2016

Quione

۞  ADM Sleipnir

Quione (Khione, Chione; em grego Χιόνηé uma ninfa ou deusa menor da neve na mitologia grega. É filha do deus do vento norte Bóreas e de Orítia (filha do rei de Atenas Erecteu) e possui três irmãos: Cleópatra, Zetes e Calais.

Ela teve um filho de Poseidon, chamado Eumolpo, mas temendo a ira de seu pai, jogou o filho no mar. Poseidon resgata Eumolpo e o leva até a Etiópia, deixando-o aos cuidados de Benthesicyme, sua filha com Anfitrite. Após várias aventuras, Eumolpo foi morto por um descendente de Erecteu, durante a guerra entre Elêusis e Atenas.

Cultura Popular

Apesar de não ser uma figura famosa na mitologia, Quione aparece como antagonista no 1º livro da série Heróis do Olimpo, de Rick Riodan.

A heroína Piper encarando Quione
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27 de setembro de 2016

Portal no Youtube: Huldra

۞ ADM Sleipnir

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Cambion

۞ ADM Sleipnir



Cambion é um mítico ser híbrido oriundo da demonologia e das lendas medievais. Meio humanos, meio demônios, cambions são gerados através do cruzamento entre humanos e íncubos/súcubos.Segundo as lendas, uma criança cambion pode ser facilmente identificada, uma vez que nasce apresentando algum tipo de deformidade. Filhos gêmeos também são especialmente suspeitos de serem cambions. Outro sinal que ajuda a identificar um cambion é a sua falta de pulso e respiração, como se não possuíssem vida, até atingirem os sete anos de idade. Após essa idade, cambions começam a se desenvolver, tornando-se belos e fortes. Suas deformidades físicas, se não forem muito graves, podem vir a desaparecer completamente. Todos possuem algum nível de habilidade sobrenatural e tendem a se tornar bruxos ou feiticeiros. 



Por natureza, cambions são ousados, arrogantes e perversos, geralmente usando seus poderes para controlar as pessoas. São muitas vezes referidos como vampiros sexuais, devido à forma como eles seduzir suas vítimas em atividade sexual para fins maléficos. Apesar de tudo, podem haver alguns cambions que não sejam inclinados a fazer o mal, vivendo entre os humanos pacificamente. 

Ao longo da história,houveram várias pessoas famosas que chegaram a ser acusadas de serem cambions: Alexandre, o Grande, César Augusto, Martin Luther, Merlin, Platão, Rômulo e RemoCipião Africano, e o pai de William, o Conquistador. Todos eram suspeitos de terem sido gerados por íncubos. Angela de Labarthe de Toulouse, França, foi queimada na fogueira por supostamente dar à luz uma criança que nasceu com a cabeça de um lobo e uma cauda de serpente em 1275; A razão dada para sua execução foi que apenas uma criatura do inferno, como um íncubo, poderia ser o pai de tal aberração.



fonte:

  • Livro "Encyclopedia of Demons in  World Religions and Cultures", de Theresa Bane;
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26 de setembro de 2016

Draupnir

۞ ADM Sleipnir



Draupnir (em nórdico antigo "o gotejador") é na mitologia nórdica um anel de ouro pertencente ao deus Odin, e que possui a capacidade de multiplicar-se. De nove em nove noites, Draupnir goteja oito novos anéis, cada um tendo o mesmo tamanho e peso do original.

Draupnir foi forjado pelos irmãos anões Brokk e Eitri (ou Sindri) juntamente com o martelo Mjölnir e o javali de ouro Gullinbursti. Eles forjaram estes itens em resposta a um desafio feito por Loki, que disse que os dois anões não poderiam fazer presentes melhores do que os três feitos pelos anões filhos de Ivaldi (a cabeleira dourada de Sif, o navio Skidbladnir e a lança Gungnir).Tendo perdido para os anões, Loki usou uma brecha no desafio para sair da aposta sem perder a cabeça (a aposta era apenas a cabeça de Loki, mas ele argumentou que, para remover a cabeça, eles teriam de ferir seu pescoço, o que não estava no negócio) então Brokk e Eitri puniram Loki e fecharam sua boca, costurando seus lábios com arame.


De acordo com o Gylfaginning, O anel foi colocado por Odin na pira funerária de seu filho Balder, sendo posteriormente recuperado por HermodJá o poema Skírnismál relata que Draupnir foi oferecido por Skirnir, servo de Frey, como um presente de seu mestre para Gerda, mas a mesma não o aceita. 

Na cultura popular

No card game Yu-Gi-Oh, há um card chamado "Relíquia Nórdica Draupnir", que possui um efeito que imita a capacidade de multiplicação da sua versão mitológica. Se ela é destruída por efeito de uma outra carta, você pode adicionar uma outra carta "Relíquia Nórdica" a sua mão. A arte da carta representa Draupnir como sendo uma braçadeira, com outra braçadeira aparentemente crescendo dela.

Ele também apareceu no episódio 11 da Saint Seiya: Soul of Gold, porém foi representado como uma espécie de soco-inglês usado pelo protagonista Aioria de Leão para selar o espírito do deus Loki.


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23 de setembro de 2016

La Condena

۞ ADM Sleipnir


La Condena ("A Condenada") é um espírito maligno pertencente ao folclore chilota. É descrito como tendo a aparência de uma mulher de meia-idade, com uma aparência grotesca e assustadora. A lenda conta que La Condena foi uma mulher muito bela e de origem nobre, que gastou sua fortuna levando uma vida desregrada, entregando-se aos vícios e aos prazeres sexuais. Após sua morte, essa mulher se transformou em um espírito que persegue e assombra os homens, agindo como uma súcubo. Apesar de sua aparência horrível, aqueles perseguidos por ela não conseguem resistir ao seu assédio.

O folclore chilota também possui outra personagem semelhante a La Condena, chamada Fiura. Ela é fruto das relações sexuais entre La Condena e o duende Trauco, e possui basicamente as mesmas características da mãe.


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22 de setembro de 2016

Herne, o Caçador

۞ ADM Sleipnir



Herne, o Caçador é um fantasma equestre associado à floresta de Windsor, na Inglaterra. Ele é considerado um caçador divino, e foi visto em suas caçadas selvagens ostentando um par de chifres na cabeça e empunhando um arco de madeira, montando um cavalo preto e poderoso, acompanhado por uma matilha de cães. Os mortais que tiverem o azar de cruzar seu caminho durante sua caçada selvagem serão levados por ele, e tornarão-se destinados a permanecerem ao seu lado por toda a eternidade. Herne é visto como um prenúncio de mau agouro, especialmente pela família real. Segundo a lenda local, Herne aparece na floresta de Windsor somente quando necessário, como em tempos de crise nacional.

Sua figura costuma ser associada ao deus wiccano Cernunnos, devido aos seus atributos de caçador e também por sua aparência que remete ao deus. 




Lenda

Segundo o folclore inglês, Herne foi um caçador que um dia serviu ao rei Ricardo II (que reinou entre 1377 e 1399), com quem contraiu uma grande amizade. Um dia enquanto caçava, o rei caiu de seu cavalo e foi atacado por um cervo branco. O cervo tentou atacá-lo, mas Herne corajosamente entrou na frente do rei, salvando sua vida, porém sendo fatalmente ferido pelos chifres do cervo. O rei ofereceu uma enorme recompensa para quem conseguisse salvar a vida de Herne, mas os outros caçadores - que tinham ciúmes da habilidade e da graça de Herne para com o rei - estavam felizes em vê-lo morrer. 

Em seguida um misterioso homem chamado Philip Urswick apareceu montando um cavalo negro e se ofereceu para salvar Herne. Ele o levou para sua cabana, onde fixou os chifres do cervo à cabeça de Herne. Em troca da cura, Philip avisou a Herne que ele teria que abdicar de suas habilidades como caçador, e que ele também deveria manter os chifres do animal sobre a sua cabeça para que a magia de cura pudesse fazer efeito. Apesar da tristeza por não poder fazer o que tanto amava, Herne ficou satisfeito com o agradecimento do rei assim como sua amizade. 



Após um mês, Herne parecia ter se recuperado completamente, até que se tornou evidente que suas habilidades de caça tinham desaparecido.  Em algumas versões da lenda, Herne perde sua posição de chefe de caça, por não poder mais cumprir adequadamente suas funções, e em outras, ele é acusado de roubo por alguns dos outros caçadores (que tinham ciúmes de suas habilidades e queriam se livrar dele), sendo condenado pelo rei a perder tudo o que possuía, bem como seus privilégios. 

Profundamente magoado com a injustiça cometida contra ele, Herne foi até o único lugar onde se sentia realmente em casa, a Floresta de Windsor. Ele foi encontrado no dia seguinte ao seu sumiço, morto pendurado em um solitário carvalho. Desde então, muitos são os relatos de pessoas que dizem terem visto um homem com enormes chifres de cervo, andando pelas matas ou sentado aos pés de um velho carvalho. Outros afirmam terem visto um homem com chifres montando um enorme cavalo.

Segundo uma versão da lenda, Herne não teria ficado sozinho na floresta, mas, teria feito seus caluniadores de reféns após a morte. Esses homens que foram diretamente responsáveis pela sua desgraça e suicídio, agora, na morte, tornaram-se seus vassalos e empregados.


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Portal no Youtube: Caos

۞ ADM Sleipnir

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21 de setembro de 2016

Mushdamma

۞ ADM Sleipnir
Arte de Feig Felipe Pérez
Mushdamma (ou Musdamma), chamado de "O grande construtor de Enlil", é um deus menor da mitologia sumério/mesopotâmica, encarregado das construções e fundações. 

A participação desse deus nos mitos sumérios se resume a sua ajuda na organização do mundo, feita por Enki sob as ordens de Enlil. Enki reuniu um grupo de divindades e atribuiu a cada um uma tarefa. Mushdamma foi o responsável por construir todas as casas e templos do mundo.
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20 de setembro de 2016

Portal no Youtube: Ymir

۞ ADM Sleipnir

Nosso vídeo falando sobre Ymir, o gigante de gelo primordial da mitologia nórdica. Inscrevam-se em nosso canal, e se gostarem do vídeo, qualifiquem-o e compartilhem-o nas redes sociais!

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Mão da Glória

۞ ADM Sleipnir


A Mão da Glória é um dos artefatos mágicos que curiosamente tem seu uso documentado, em autos inquisitoriais e em acusações de roubo pela Europa. De fato, ninguém muito decente teria uso para uma Mão da Glória, um objeto cuja história está ligada a algumas feiticeiras e a um grande número de ladrões. Suas primeiras citações datam de 1440, mas o nome Mão da Glória foi citado só a partir de 1770. O nome originalmente designava um pedaço de raiz de mandrágora (em francês: maindeglorie), uma raiz muito conhecida em magia, e que guarda semelhanças com o corpo humano. Basicamente, a Mão da Glória é uma mão humana seca, retirada de um enforcado, cujos dedos estão posicionados para segurar uma vela. Essa vela, quando acesa dentro de uma casa com o devido encantamento, gera dois efeitos: sua luz só serve para seu portador, e impede que qualquer um dormindo na casa desperte. Para um ladrão, é realmente a glória: nada para interromper, um tipo de crime perfeito. Mas como um amuleto nunca é conseguido de maneira fácil, para conseguir uma mão da glória não basta decepar a mão do primeiro enforcado que vir...O corpo tem de estar morto a menos de vinte e quatro horas, e em um pátibulo na beira de uma estrada.


A mão devia ser separada do corpo de um só golpe. Nesse momento também se pegaria cabelo e gordura do cadáver, para produzir a vela que a mão segura. Então, a mão seria drenada de todo o sangue, usando para isso um pedaço de tecido de mortalha, e mergulhada em uma mistura de sal, salitre, amônia, pimenta, e outras especiarias , e guardada por duas semanas em um recipiente de terracota (um tipo de cerâmica). Depois disso, ela ficaria secando ao sol nos dias mais quentes do ano, ou, na falta disso, em um forno, onde junto seria queimado verbena e abeto.A mão seria então moldada como um punho, onde se encaixaria a vela, feita com gordura humana, cera virgem de abelha e óleo de gergelim. O cabelo do enforcado serve para fazer o pavio.Uma vez dentro da casa onde planejava o assalto, bastava ao possuidor pronunciar um determinado verso enquanto a acendia, e ninguém que estivesse adormecido na casa poderia despertar. Além dessa propriedade mágica, a vela poderia ser até mesmo mergulhada na água sem se apagar: apenas leite fresco, sangue ou a vontade do seu dono pode apagar a chama da vela, que igualmente, queima sem se consumir. O Museu Whitby, na Inglaterra, possui uma Mão da Glória em sua coleção.


fonte do texto:
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19 de setembro de 2016

A Boneca Mandy

۞ ADM Sleipnir



Mandy é uma antiga boneca de porcelana com cerca de 100 anos de idade. Supõe-se que ela foi confeccionada na Alemanha ou na Inglaterra por volta de 1910 ou 1920, e hoje encontra-se guardada no Museu de Quesnel, na Columbia Britânica - Canadá, para quem foi doada em 1991. O que torna esta boneca tão incomum são os supostos poderes que algumas pessoas dizem que ela possui. 

Sua última proprietária relatou ao curador do museu todas as coisas estranhas que a boneca supostamente era capaz de fazer. Ela sempre acordava durante a noite com o som de um bebê chorando no porão. Após uma inspeção, ela encontrou uma janela aberta e nenhum bebê. Após Mandy ser doada ao museu, o choro parou. No entanto, os problemas da equipe do museu estavam apenas começando. Almoços desapareciam misteriosamente da geladeira e eram encontrados escondidos em uma gaveta. Objetos como canetas, livros e imagens desapareciam. Alguns reapareciam mais tarde, outros nunca mais eram vistos. Passos podiam ser ouvidos sem que mais ninguém estivesse por perto. 

Quando Mandy foi finalmente colocada em exposição dentro do próprio museu, ela era uma das primeiras coisas que os visitantes viam ao passar pelas portas de entrada. Muitos se queixaram de se sentirem desconfortáveis ao olhar para ela. Um visitante teria dito que "havia algo incrivelmente errado com essa boneca". Por vezes, as fotografias tiradas da boneca não iriam revelar-se, borrariam ou teriam luzes anômalas presentes. O incomodo sentido pelos visitantes do museu foi tanto que obrigou a equipe a colocar a boneca em sua vitrine de vidro em um local mais para trás do museu.



Rumores afirmam que a boneca não podia ser colocada junto com outros bonecos, pois ela os danificava. Ela também não gostava de ficar sozinha em um local. Conta-se que após ter sido fotografada para registro no museu, ela foi colocada em uma sala onde passou toda a noite. Na manhã seguinte, quando a equipe voltou ao local, encontraram uma enorme bagunça: objetos menores haviam sido atirados pela sala e pelo chão e objetos maiores e mais pesados ​​foram empurrados do local em que estavam. O curador do museu comparou a bagunça feita no local a de uma criança que teve um ataque de birra.

Apesar de todos os relatos sobrenaturais associados a Mandy, nenhum deles é mal ou diabólico. Investigadores paranormais dizem que ela é o doce espírito de uma criança que vive na boneca e que não gosta de ficar sozinha, fazendo de tudo para chamar a atenção. Ninguém sabe ao certo como Mandy teria sido possuída em primeiro lugar. Existe uma história relatando que Mandy pertenceu a uma criança que teria sido assassinada. Na história, um homem passeava por sua fazenda quando ouviu um distinto choro de criança vindo da fazenda vizinha. A fazenda havia sido abandonada pelos proprietários, e não havia como ter uma criança por lá. Então o homem decidiu entrar no terreno vazio e procurar a origem do choro.

O homem então foi até o quintal vazio e descobriu que o choro vinha do porão, que ficava debaixo da área onde ele estava. Sem saber como acessar o porão à partir da parte de fora do edifício, ele voltou e encontrou a entrada externa. Quando ele abriu a porta dupla do porão, o escuro era tanto que mal podia ver um palmo à frente de seu rosto, mas um raio que caíra do céu, anunciando a tempestade que chegava, iluminou a sala e o homem fez uma descoberta chocante - o corpo de uma criança, morta já há um bom tempo, jazia deitada no chão logo ao lado de seus pés. Em seus braços já decompostos, havia uma boneca.  

Não se sabe por que a menina estava morta no porão, em primeiro lugar, se foi por acidente ou se foi por conta de algum tipo de crime/castigo. Independentemente disso, acredita-se que, quando ela morreu, seu espírito decidiu habitar a boneca.Não há nenhuma evidência que comprove a história é verdadeira. Mas as pessoas ainda vão para o Museu de Quesnel, na esperança de ver Mandy fazer alguma coisa. 



fontes:
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16 de setembro de 2016

Cupendiepes, os Índios Morcegos

۞ ADM Sleipnir

Arte de LozanoX
De acordo com o folclore da tribo Apinajé, os Cupendiepes (ou Kupen-Dyep) eram uma tribo de índios com asas de morcego. Eles habitavam no sertão de São Vicente, próximo ao rio Araguaia, em uma caverna num local conhecido como a "rocha do Morcego".

De acordo com uma lenda, um Apinajé flechara um veado perto da rocha do Morcego e acampara ali a noite porque já era tarde. Mas, enquanto ele dormia, os Cupendiepes  vieram voando esmagando seu crânio com seus machados.

Como ele já estivesse há muito tempo ausente, seus parentes seguiram as suas pegadas e acharam seu cadáver. Em torno dele, viram também muitas pegadas, mas nenhum traço da chegada ou partida dos malfeitores.

Por causa disso, durante muito tempo os Apinajés evitaram passar a noite naquela região, até que um dia dois caçadores e um menino decidiram acampar ao pé da rocha do Morcego. Depois do anoitecer, ouviram cantos vindos de dentro da montanha. Então o menino ficou assustado e se escondeu em uma moita longe do acampamento dos dois homens. Logo após, os morcegos vieram voando e mataram os dois caçadores, mas o menino escapou, e na aldeia contou o que ocorrera.

Então os guerreiros Apinajés de todas as quatro aldeias saíram juntos para destruir os Cupendiepes . Quando eles chegaram à rocha do Morcego, imediatamente ocuparam a entrada da caverna, onde amontoaram lenha. Enquanto isso, outros procuravam fazer uma volta para alcançar a janela da caverna. Mas isto era mais difícil do que haviam suposto, e eles ainda não tinham alcançado o seu objetivo, quando aqueles que tomavam conta da entrada puseram fogo à pilha. Assim os Cupendiepes voaram em atropelo pela abertura superior, sem serem feridos pelas setas dos Apinajés. Eles voaram pra o Sul, e diz-se que ainda estão vivendo em algum lugar por lá.

Arte de LozanoX
Quando a fumaça diminuiu, os guerreiros Apinajés penetraram na caverna, achando um grande número de machados abandonados pelos Cupendiepes em sua fuga. Bem no fundo da caverna, escondido por uma pedra, um menino de cerca de seis anos de idade. De início, eles queriam mata-lo, mas um índio decidiu criá-lo e levou-o consigo.

Quando os Apinajés em sua viagem fizeram seus leitos de folhas de palmeiras no chão, determinaram também o lugar onde deveria dormir o pequeno cupendiepe, mas ele não ficou deitado: chorava e olhava constantemente para o céu. Como não queria deitar-se de modo algum, seu dono teve subitamente uma idéia. Lembrou-se de que na morada dos Cupendiepes não havia camas no chão nem tão pouco postes para dependurar redes, mas havia muitas vigas horizontais. Trouxe um varapau e o colocou horizontamente apoiado nas forquilhas de galhos de duas pequenas árvores vizinhas. Logo que o menino viu isso, trepou em uma das árvores de tal modo que se dependurou no vara pau pelos joelhos, a cabeça para baixo. Encolheu a cabeça, cobriu o rosto com os braços cruzados, e então dormiu calmamente nesta posição.

Este menino viveu pouco tempo entre os Apinajés, pois morreu logo. Um dia eles o observaram deitado no chão cantando. “U-ua Klunã Klocire! Klud pecetire!” Então, ele agarrou o cangote com as mãos. Quando os Apinajés perguntaram-lhe sobre isto, disse que seus companheiros de tribo dançavam daquele modo. Os Apinajés ainda cantam a canção do Cupendiepes.

Arte de Cole Munro-Chitty

fontes:

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15 de setembro de 2016

Portal no Youtube: Calchona

۞ ADM Sleipnir

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Portal no Youtube: Joana d'Arc

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Nosso vídeo sobre Joana d'Arc, heroína e padroeira da França. Inscrevam-se em nosso canal, e se gostarem do vídeo, qualifiquem-o e compartilhem-o nas redes sociais!

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Sudice

۞ ADM Sleipnir


As Sudice (Suđaje, Sudiczki, Rodzanice, Narecznice, Sojenice e Rojenice) são um trio de espíritos femininos da mitologia eslava, responsáveis por determinar o destino dos recém nascidos. Acreditava-se que o destino das pessoas dependia completamente da livre vontade das Sudice. Elas tinham poderes para decidir que tipo de vida que a pessoa iria ter e por quanto tempo viveria, e ninguém podia escapar de sua decisão.

De acordo com as lendas, as Sudice aparecem na 3ª noite após o nascimento do bebê (em algumas nações eslavas, elas eram ditas aparecerem na 7ª noite). Acreditava-se que elas apareciam à meia-noite em ponto. Elas entravam nas casas pela chaminé, e apenas a mãe do bebê podia vê-las. Cada uma das Sudice possui seu próprio propósito e sua área de influência. A primeira era a mais perigosa; ela era a Sudice da morte. A segunda também era negativa, mas não de modo letal. Ela era encarregada pelos infortúnios, doença e as dificuldades da vida. A terceira e última era encarregada da felicidade, boa sorte e prosperidade. 



A ordem em que elas aparecem na terceira noite não pode ser determinada de forma alguma,mas irá refletir no percurso de vida do bebê. Por isso, os povos eslavos acreditavam que todas as pessoas devem passar por estes três períodos na vida: a felicidade, o infortúnio e a morte. A única diferença seria a ordem em que eles ocorrem. A justificativa para acreditar nesse mito era a vida de algumas pessoas que nasciam muito pobres e mais tarde tornavam-se imensamente ricas, ou pessoas que foram ricas por gerações e tiveram uma infância muito feliz e início da vida, mas morreram pobres, muitas vezes famintas e desabrigadas.

A crença na existência das Sudice era tão forte que as pessoas ficavam esperando por elas e faziam de tudo para que se sentissem confortáveis ​​em suas casas, a fim de receber um destino melhor para os seus bebês. Assim, não era raro encontrar frutas, moedas ou panos em cima da mesa ou ao lado do bebê, como um presente para as Sudice. No momento da visita, a criança deveria obrigatoriamente estar bem vestida, limpa e bem alimentada. Acreditava-se que as famílias que não respeitassem esta tradição fariam com que as Sudice determinassem um destino ruim para a criança. Ainda nos dias de hoje há um provérbio sobre pessoas que tem má sorte constantemente, dizendo que "elas não foram bem cuidadas na terceira noite."

Algumas histórias falam de um outro espírito ligado as Sudice chamado Usud. Trata-se de um espírito masculino que aparece nas casas após a visita das Sudice e anota a ordem em que elas vieram e o destino que elas determinaram para a criança. O que ele escrevesse não poderia ser mudado.



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14 de setembro de 2016

Gigantes

۞ ADM Sleipnir


Arte de Jason Kang
Gigantes são seres míticos e muito maiores do que os humanos comuns, possuindo geralmente uma forma humana, apesar de alguns possuírem uma aparência monstruosa. Nas diferentes mitologias ao redor do mundo, os gigantes desempenham os mais diferentes papéis. Eles costumam ser muitas vezes cruéis e maléficos, embora possam ser apenas desajeitados ou estúpidos. Em alguns mitos e lendas, no entanto, eles são simpáticos e prestativos, ou pelo menos neutros.

No geral, Gigantes representam poderosas forças naturais, que assustam e intimidam os seres humanos. Na mitologia do povo lakota, por exemplo, havia um gigante do norte chamado Waziya, que segundo as lendas sopra o vento do inverno. Em algumas tradições, um gigante aparece como um símbolo do caos, ameaçando perturbar a ordem natural do mundo ou comunidade social. 

Em muitos mitos, os gigantes são malignos e precisam ser derrotados, ou pelos seres humanos ou pelos deuses. Embora imensamente poderosos, os gigantes podem ser derrotados, quando confrontados com bravura e inteligência. Esta vitória da inteligência sobre a força bruta ocorre na história bíblica de Davi, que matou o gigante Golias com uma pedra de sua funda, e no conto popular inglês de Jack, o matador de gigantes, que derrota o gigante Blunderbore.
Ocasionalmente, gigantes cruéis e bondosos podem aparecer no mesmo mito. O povo Mensa da Etiópia conta uma história sobre um homem que tentou roubar o gado de um dos Rom, uma tribo de gigantes. Enfurecido, o gigante tenta matar o homem, mas o mesmo consegue fugir. Durante a fuga, o ladrão acaba fazendo amizade com outro gigante, que o esconde em sua capa. Para o azar desse homem, os dois gigantes se envolvem numa luta e ele acaba sendo esmagado acidentalmente por eles enquanto brigavam.

Os Gigantes Gregos

Os gigantes gregos eram uma raça de criaturas enormes filhos de Gaia, a Terra , e Urano, o céu. Eram metade homens, metade monstros, e possuíam caudas de serpentes em vez de pernas. Após Gaia irritar-se com Zeus, o pai dos deuses do Olimpo, os gigantes e os Olimpianos travaram uma guerra conhecida como a Gigantomaquia .


EncéladoArte de David Marin (louten)
Os deuses precisaram da ajuda do poderoso herói Héracles, pois os gigantes não podiam ser mortos por deuses. Os dois lados se encontraram em batalha na terra dos gigantes, um lugar chamado Phlegra. Os gigantes atiravam enormes pedras e partes de montanhs contra os deuses, além de brandirem árvores em chamas como armas. Os deuses reagiram fortemente, enquanto Héracles derrubava um por um com suas setas. Muitos escultores e artistas gregos retrataram a Gigantomaquia como o triunfo da civilização grega sobre a barbárie, ou do bem sobre o mal.

Dois grupos especiais de gigantes, também filhos de Gaia, foram os Ciclopes e os Hecatônquiros. Os Ciclopes eram 3 e cada um tinha um olho no meio da testa. Os Hecatônquiros também eram 3, e tinham cada um 50 cabeças e 100 braços. Ambos os grupos eram leais a Zeus. Os Hecatônquiros em particular se tornaram os carcereiros do Tártaro, o lugar de punição no submundo, onde os Titãs foram aprisionados após a Titanomaquia.

Jotuns, os gigantes de gelo nórdicos
Jotuns na HQ Thor, Deus do Trovão Vol 1
Gigantes aparecem em numerosos mitos do norte da Europa. Na mitologia nórdica, eles eram conhecidos como Jotuns, e seu reino era um lugar chamado Jotunheim, um dos nove mundos nórdicos. Lá eles moravam em uma enorme fortaleza chamada Utgard .

Assim como nos mitos gregos, conta-se que os deuses lutaram e conquistaram a raça dos jotuns. No entanto, os deuses e os jotuns nem sempre eram inimigos. Amizades e até mesmo casamentos ocorriam entre eles. As divindades masculinas geralmente se acasalavam com jotuns do sexo feminino. A mãe do deus do trovão Thor, por exemploera uma jotun chamada Jord. No entanto, os deuses resistiam violentamente a todas as tentativas dos jotuns de se acasalar com as deusas. Em um mito, o jotun Hrungir construiu um muro em torno de Asgard, a morada dos deuses, e como pagamento desejou a deusa Freya, mas a única coisa que recebeu foi um golpe esmagador do martelo de Thor.



Embora os deuses nem sempre fossem bons e os jotuns nem sempre fossem ruins, a luta entre os dois grupos constitui um dos temas fundamentais da mitologia nórdica e muitas vezes simbolizava a luta do bem contra o mal.

Gigantes Nativo-Americanos

A maioria dos gigantes dos mitos nativo-americanos são malignos e perigosos. Alguns começam lutas entre os seres humanos de modo que, em meio a confusão possam roubar as mulheres dos homens. Outros roubam crianças, geralmente para comê-las. Muitos gigantes nativos americanos têm características monstruosas ou inumanas. Tall Man, um gigante do povo Seminole, possui um cheiro terrível, enquanto gigantes das histórias do povo Lakota possuem características que os assemelham a bois.

Os índios Shoshone do oeste americano contam histórias sobre Dzoavits, um ogro gigante e horrendo, conhecido por roubar o sol e sequestrar crianças. Na maioria das lendas ele enfrenta vários animais mitológicos, antes de ser preso em uma caverna.

Gigantes Ancestrais

Os mitos de várias culturas associam gigantes com tempos primordiais. Às vezes gigantes figuram no processo de criação do mundo. A mitologia nórdica diz que a primeira coisa a aparecer a partir do caos foi o gigante de gelo Ymir, o ancestral dos gigantes de gelo e também dos deuses, que após ser morto, teve seu corpo usado para formar a Terra. O gigante Pan Gu preenche um papel semelhante ao de Ymir na mitologia chinesa. Aborígenes no noroeste da Austrália contam histórias sobre os dois irmãos Bagadjimbiri, ambos gigantes e deuses criadores, que criaram as paisagens e as pessoas. Quando morreram, seus corpos se tornaram cobras d'água e seus espíritos se tornaram nuvens. De acordo com o povo Akamba do Quênia, um caçador gigante chamado Mwooka criou as montanhas e os rios.

Gigantes sob a terra

Alguns mitos usam os gigantes para explicar características do mundo natural. Por exemplo, durante a luta em que os deuses gregos venceram os gigantes, vários dos gigantes caídos tornaram-se parte da paisagem. Enquanto o gigante Encélado fugia do campo de batalha, a deusa Atena o esmagou com a ilha da Sicília. Depois disso, ele ficou preso sob a ilha, expirando sua respiração de fogo através do vulcão Etna. Abaixo do Vesúvio, um vulcão do continente italiano, foi enterrado outro gigante chamado Mimas. Hefesto, o deus ferreiro, o sepultou lá derramando metal derretido sobre ele.

Mitos de várias partes do mundo dizem que em algum tempo remoto, os ancestrais dos humanos eram gigantes e eles encolheram para seu tamanho atual após um período muito longo de tempo. Outras histórias falam de gigantes que viviam entre as pessoas em um momento anterior na história. Gogmagog era um gigante lendário do folclore Inglês, que segundo a lenda foi derrotado por Corineus (um companheiro de Brutus de Tróia). Na mitologia judaica, uma raça de gigantes vivia no mundo juntamente com os humanos comuns antes do grande dilúvio que dizimou a maioria dos seres vivos. Um gigante chamado Ogue teria sobrevivido ao dilúvio agarrando-se na Arca de Noé. De acordo com algumas tradições, ele viveu até os 3.000 anos de idade, sendo morto por Moisés e seus homens durante a batalha de Edrei.



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4 Anos de Blog!



Hoje o blog completa 4 anos de existência!!! Parabéns para nós :D


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13 de setembro de 2016

Oniate

۞ ADM Sleipnir



Oniate ("Dedos Secos" ou "Mão Seca"; pronuncia-se oh-nee-ah-ten) é um espírito sob a forma de um braço mumificado e sem um corpo, oriundo do folclore iroquês (em especial dos povos Seneca e Cayuga). Em algumas histórias, o Oniate é puramente um bicho-papão, aparecendo em áreas desertas para assustar os transeuntes. Mas em outras histórias, ele é uma aparição vingativa que surge para punir pessoas de má índole, especialmente aquelas que falam mal dos mortos, semeiam a discórdia, ou se intrometem em negócios alheios. O Oniate pode voar, e qualquer pessoa que for tocada por seu dedos é afligido por uma doença mortal, ou cegueira imediata. Ainda outras histórias dizem que o toque de um Oniate provoca morte instantânea.

Outras grafias do seu nome são Oniatë, Oniaten, Oniatän, Oniatä, Oniata, Onyate, O'nya:te:, O'nya:ten.

Uma observação: os iroqueses possuem 2 figuras com nomes semelhantes, mas que não possuem nenhuma relação com o Oniate. Uma delas é Onatah, uma deusa da fertilidade e do milho, e a outra é uma heroína chamada Oniata

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Ruby